SUSANE VIDAL


Jornalista, escritora, professora universitária e mestre de cerimônia.

29
mar
2015

On virtual, off real

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Está cada vez mais raro e difícil estabelecermos uma conexão com o mundo real. Em tempos de internet e redes sociais, normal é todo mundo voltado para os mais diferentes aparelhos de celular que permitem nos deixar conectados o tempo inteiro. E o detalhe é que estamos sempre dando uma desculpa para olhar a mensagem que acaba de chegar, na esperança de ser algo interessante. Muitas vezes é, outras, nem tanto.

Conheço gente que desenvolveu pavor do sinal sonoro característico do envio de mensagens nas redes sociais. Como jornalista e adepta da tecnologia, adoro essas novidades, mas confesso que muitas vezes essa prática rouba o tempo que deveríamos doar para a família, os amigos e o mundo real. Resistir é um desafio que estou trabalhando intensamente nos últimos tempos. E até que tenho obtido bons resultados, sem culpas.

Quando vi esse vídeo, imediatamente tive vontade de compartilhar com vocês para, quem sabe, ajudar na reflexão do que não podemos deixar passar despercebido. É de uma campanha Tailandesa que mostra pessoas viciadas em celular e não percebem as coisas e pessoas a volta.


20
mar
2015

Ser Feliz por tudo

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A Organização das Nações Unidas, ONU, comemora o 20 de março, Dia Mundial da Felicidade, inspirada numa reunião sobre Felicidade e Bem-Estar em abril de 2012. Mas o tema sempre esteve em destaque em todo o mundo. São muitos os conceitos e visões do que vem a ser Felicidade. É fértil o terreno das discussões e assertivas. Estado de espírito, condição de vida ou filofosia, não importa. A sensação de felicidade muda ou nos move.

O que é felicidade para você? E o que necessariamente lhe traz felicidade? Dinheiro, saúde, paz, amores, pileques? Cada um virá com uma resposta e, sinceramente, em todas elas haverá verdade, fato, vida. São variáveis que tomam forma no termo, no tempo, em nós. Interfere no modo como encaramos o que está ao redor. Pode parecer algo inatingível ou tão simplório que fica difícil definir. É melhor sentir. É uma sensação plena, divina, única, satisfatória e traz uma pitadinha de egoísmo, por mais que você queira dividir seus momentos felizes. Ele é seu e pronto!


16
mar
2015

Café, risos e autógrafos

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cafe

Do nada, numa manhã de quarta-feira, chega uma mensagem em meu celular. Uma amiga, que há um bom tempo não via, diz que precisa falar comigo. Seria um contato para apresentar um evento organizado por ela, retomando uma parceria de sucesso e boas risadas. Por nos conhecermos e já termos trabalhado juntas algumas vezes, a negociação poderia ser firmada ali mesmo por aquele canal de comunicação. Simples, rápido e eficiente. E as risadas? Bom, por causa delas, marcamos um café no dia seguinte.

Rápido assim. Quando existe interesse mútuo por mais que o tempo seja escasso, há sempre uma brecha na agenda que pode ser preenchida da melhor forma possível. E foi. Mas como recuperar tantas histórias, lembranças e rir? Comece rindo. Foi o que fizemos e deu certo. Conversamos um pouco sobre a vida, filhos, profissão, pedimos café, suco... papo vai, papo vem e justamente enquanto falávamos sobre tietagem, carinho de fãs e autógrafos, eis que a garçonete se aproxima com um pedido, para ela inusitado e para mim sempre curioso: um autógrafo.