SUSANE VIDAL


Jornalista, escritora, professora universitária e mestre de cerimônia.

27
fev
2013

Que tal doar?

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Esse é o tipo de mídia que nos faz refletir. Ser solidário vai muito mais além do que apoiar causas nobres. Mexe, inquieta, comove. Esse tipo de iniciativa é inteligente e certeira. Já pensou se você tirasse esse ticket na padaria, banco ou supermercado?


26
fev
2013

Human Planet

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Como é belo nosso planeta. As paisagens são realmente encantadoras, porém nada teria efeito se não fosse o humano para fazer a diferença. Nesse e tantos outros aspectos, Deus, nosso criador, é perfeito!!!


24
fev
2013

Vagarosamente lento

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Vamos combinar... ser ágil, prático e eficiente, nessa ordem ou com esses atributos não é para todo mundo. Muitas vezes, o eficiente precisa de muito tempo para tornar esta habilidade visível. Em muitos casos, nos deparamos com pessoas que são rápidas no cumprimento de tarefas e compromissos, mas essa tal agilidade implica no resultado e deixa a desejar no quesito eficácia.

Somos seres humanos e, como tais, compartilhamos um poço de diferenças e são nessas diferenças, que encontramos a beleza da diversidade. Porém, o senso de compreensão perde a graça quando a gente precisa que o outro entre no ritmo, pegue no "tranco", mostre a que veio, demonstre agilidade. Como disse Cazuza e ainda ecoa nos dias de hoje... "O tempo não pára".

Definitivamente, cada um tem um ritmo e muitos não estão nem um pouco preocupados em mudar essa realidade. Contudo, diante das novas tecnologias de informação, há que se permitir observar quando, como e onde deve-se ousar e intuir que é hora de mudar. Não, não me refiro às mudanças estratosféricas, mas as coisas simples, como aprender a usar o computador devidamente para facilitar e, principalmente, agilizar o trabalho.


20
fev
2013

Homem robô

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Passos ensaiados, cronometrados ou melhor, digitalizados. Será uma máquina, um robô, um asteróide? Ao ver o vídeo fica difícil acreditar que é apenas um homem que domina a dança de rua como poucos.

Não é corpo de borracha porque precisa de muita maleabilidade para os contorcionismos vistos dos pés à cabeça.


17
fev
2013

Ecos do carnaval

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A vida é repleta de oportunidades e diante delas não devemos esmurecer. Desde que não nos coloquemos em situações vexatórias, toda experiência é válida, faz parte do nosso aprendizado e pode nos servir como legado.


09
fev
2013

100% IN

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Para falar do IN, não posso deixar de citar Off. Ele é tão importante e essencial quanto o primeiro. Bem, graças à globalização, certamente, hoje, um número bem maior de pessoas conhece o significado dessas duas palavras, pelo menos entende o que elas representam.

No mínimo, quem for um pouquinho curioso já deve ter notado a existência delas no controle remoto de TV, DVD, decodificadores e similares. Ainda assim, a metodologia professoral me inquieta para uma breve e suscita explicação... Pois bem, IN significa ligado, ativo, enquanto Off é justamente o  contrário... Desligado, desativado.

Esse estado de ociosidade , por certo, é essencial a todo e qualquer ser humano. Detalhe: não estou me referindo ao período de férias e sim, de uma pausa na rotina diária. Aliás, deveria ser regra...a cada quatro meses trabalhados, uma folga de uma semana não seria nada mal, hein? Se, após esse devaneio, sair abaixo-assinado, pode, contar com minha assinatura.  Rsrs.


01
fev
2013

Homem faz xixi na rua

6 Comentários

O texto de hoje é um protesto contra pessoas mal educadas e sem noção. Fiquei perplexa ao perceber que, por volta das 16h30, um homem aparentando ter entre 40 e 50 anos de idade, fazia xixi no canteiro central da Avenida Sílvio Teixeira, no Bairro Jardins, uma das mais movimentadas de Aracaju/SE. Passei de carro e demorei a acreditar, mas era fato.

A indignação só aumentou ao me lembrar que o canteiro divide a avenida onde de um lado fica um shopping center e de outro um supermercado, estabelecimentos que evidentemente possuem banheiros. Seria algum distúrbio mental? Incontinência urinária? Pressa? Ou lamentavelmente, uma questão cultural? Há situações estabelecidas, ou não, pela sociedade que traz à tona uma reflexão...

Já pararam para imaginar se não houvesse regras e bom senso no convívio social? Nem tudo nos é permitido por uma questão muito óbvia, o constrangimento que certas atitudes naturalmente provocam. E esse é um exemplo clássico: um cidadão se reclina diante de um arbusto para "aliviar" uma necessidade fisiológica, comum a todo e qualquer ser humano.